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CRT-RJ participa de reunião na ALERJ com presidente da Comissão de Trabalho

  • 13 de fevereiro de 2020

O presidente do Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Estado do Rio de Janeiro Sirney Braga representando a diretoria do CRT-RJ esteve com os conselheiros regionais da Comissão de Fiscalização, Gilberto Palmares, Aylson Antonio de Freitas, Roberto Batista de Gusmão e Luiz Antonio Soares da Rocha e o assessor da Presidência José Sérgio dos Santos no gabinete da Deputada Estadual Mônica Francisco (PSOL) que é presidente da Comissão do Trabalho, Seguridade e Legislação Social, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

Na pauta a defesa do salário mínimo profissional e a importância do técnico industrial para a sociedade. “Somos 150 mil técnicos registrados no Estado do Rio de Janeiro e a fiscalização é função vital dos Conselhos, inclusive estamos participando de reuniões para a criação de uma Frente Parlamentar no Rio de Janeiro em defesa dos Conselhos Profissionais, porque querem acabar com os Conselhos, assim como estão fazendo com os sindicatos. O motivo da nossa visita é institucional para estabelecermos parcerias para que possamos garantir que o piso salarial do técnico seja cumprido pelas empresas”, disse o presidente do CRT-RJ, Sirney Braga.
O conselheiro Gilberto Palmares destacou o papel do CRT-RJ na educação profissional e citou a importância do  Conselho  participar do Conselho Estadual de Educação.

A deputada sugeriu a realização de audiência pública voltada para a defesa do cumprimento do salário mínimo profissional e pela valorização dos técnicos, o que trará maior visibilidade ao Conselho. “Teremos uma conversa com a nossa bancada mais democrática e progressista para falar da importância do Conselho Regional dos Técnicos Industriais e ajudar no que for preciso para o seu ingresso no Conselho Estadual de Educação. Precisamos que vocês nos passem informações para que possamos articular mais a favor dos técnicos que fazem parte das nossas lutas em defesa dos trabalhadores, disse a deputada que é militante de movimentos sociais, moradora do Morro do Borel e já trabalhou como empregada doméstica.

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